Assessoria de imprensa

ARTIGO: CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL - INSTABILIDADE ECONÔMICA NÃO É SINÔNIMO DE RECESSÃO

12/02/2015

Como é possível driblar os desafios e alavancar as oportunidades para a sua carreira em 2015

NEGÓCIOS/CARREIRA

* Por Décio Pecin

Com a instabilidade do cenário econômico brasileiro e a pisada no freio da economia brasileira em 2014 e 2015, é natural que se instaure um clima de insegurança no país. É disso que se fala nos elevadores de qualquer empresa, nos almoços de negócios ou, mesmo, nas casas dos trabalhadores que começam a buscar alternativas para manter o seu trabalho ou garantir seu crescimento profissional. Nessas horas, é natural que os olhares se voltem para a Educação, capaz de promover a qualificação profissional e a diferenciação dos currículos no mercado. Em tempos de desaceleração econômica e concorrência acirrada, as equipes enxutas e produtivas se fazem ainda mais necessárias, assim como a busca pelos melhores profissionais.

O grande desafio, neste caso, é que o acesso aos financiamentos estudantis FIES e Prouni ficou mais burocrático e exigente este ano. As novas regras estipulam, entre outras coisas, que aqueles que concluíram o ensino médio a partir de 2010 e desejam solicitar o FIES deverão ter agora uma média mínima de 450 pontos no ENEM, e não podem ter zerado na redação. Isso naturalmente exigirá uma preparação maior dos estudantes, e a expectativa é de que gere também uma elevação no nível qualitativo da Educação Básica.

Em linhas gerais, percebemos que o mercado está mais exigente, e a própria concorrência determinará níveis mais altos de qualificação, para não dizer “concorrência”. Por isso, a dica para quem quer se tornar atrativo no mercado é, antes de mais nada, identificar e priorizar as opções mais relevantes para o seu momento profissional, levando em consideração não só a bagagem adquirida em experiências acadêmicas e profissionais, mas também o reconhecimento da instituição em que pretende se matricular e quais as verdadeiras demandas da área de carreira em que deseja ingressar. A partir disso, fica mais fácil optar por um modelo de bacharelado, técnico, tecnológico, idioma, ou o que se fizer necessário, mas sempre com a consciência de como aquele tipo de educação vai ajudar no ingresso ou permanência no mercado de trabalho.

Também é importante ter em mente que no Brasil muitas empresas apostam cada vez mais em estruturas próprias para garantir a formação e o desenvolvimento de seus colaboradores, de modo que consigam transmitir aos seus profissionais os conceitos e competências necessárias para atingir os objetivos estratégicos do negócio. Além disso, em alguns segmentos, são exigidas habilidades técnicas específicas, fundamentais para a conquista ou permanência na vaga. Em quase todos os ramos, o segundo idioma é fundamental. Por isso, o planejamento individual de carreira deve levar em conta a bagagem de cada um e as especificidades de cada área.

Eu particularmente não acredito que devamos obrigatoriamente ter medo do que 2015 nos reserva. Ao invés disso, prefiro pensar que um mercado mais exigente cria possibilidades de destaque para os profissionais bem preparados. Uma seleção natural que pode ser driblada com disposição, preparação e um pouco de entendimento e análise sobre o segmento que você deseja investir.

*Décio Casarejos Pecin Jr. é presidente da rede de Ensino de Idiomas CNA. Contador e Administrador de Empresas com especialização em Economia e MBA em Gestão Empresarial, Décio tem formação acadêmica em instituições como PUC-SP, FEA-USP e FGV. É professor de Economia e Gestão Financeira de Empresas, palestrante e autor de artigos sobre economia e negócios.

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